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CABO VERDE - WEST OF AFRICA


Para além do seu sucesso como fotógrafo de moda internacionalmente reconhecido, o que lhe levou para os diferentes continentes, Joe Würfel descobriu também no fundo inconscientemente - as fortes raízes, as tradições e os ritmos de povos recolhidos de toda a moderna civilização, cuja conservação é de grande importância.
Com artísticas documentações fotográficas de formas e tipos diferentes, como é o caso deste presente livro, Joe Würfel quer contribuir para a consciencialização da Humanidade perante as tradições que devem ser protegidas e conservadas. Através da sua colaboração imaterial e desinteressada ele dá um exemplo de como contribuir para conservar o modo de vida dessas populações no seu ambiente próprio.

Autor: Joe Würfel

CANTIGAS DE TRABALHO


Tradições orais de Cabo Verde

Cantigas agrícolas
Cantigas marítimas


Este pequeno trabalho é o resultado de uma proposta que o autor submeteu à Sub-Comissão para a Cultura da Comissão Nacional para as Comemorações do 5º Aniversário da Independência de Cabo Verde, presidida pelo Camarada Primeiro-Ministro, que, de entre as áreas gerais de actividades programadas, à área cultural imprimiu significativo relevo. É nesse âmbito que hoje se publicam estas CANTIGAS DE TRABALHO - 1º volume de uma colecção – “Tradições Orais de Cabo Verde” – que pretende a recuperação do património cultural no domínio das tradições orais, devendo os volumes que se lhe seguirem estudar, ou pelo menos apresentar, outros géneros de literatura oral conservados pela tradição.

Autor: Oswaldo Osório

Editor: Comissão Nacional para as Comemorações do 5º Aniversário da Independência de Cabo Verde – Sub-Comissão para a Cultura
Colecção: Tradições orais de Cabo Verde
Ano de edição: 1980

(fonte: BMOeiras – Algés)

RETALHOS DE UMA CULTURA - "TCHÁPA-TCHÁPA"


SANTIAGO – CABO VERDE

Este livro constitui a concretização de um sonho antigo!
Desde muito jovem sempre me interessei pelo saber dos mais idosos, pelo saber transmitido quotidianamente pelos nossos bisavós, avós e pais.
Recordo-me de passar horas a escuta (papá-Romã, papá-Kulau) histórias, lendas, contos, adivinhos, e hábitos, alguns já em desuso na minha infância e juventude. Através destas mensagens pude perceber melhor a nossa cultura, compreender a acompanhar a evolução de alguns aspectos/costumes. E foi isto que me motivou a passar para o papel muitas destas informações, de modo a que não caíssem no esquecimento privando os mais jovens desta riqueza. Julgo que a identidade de um indivíduo tem que ser cimentada no conhecimento das suas raízes. Com este objectivo e de modo a dar um pequeno contributo às crianças e jovens caboverdianos ou de origem caboverdiana, que não tiveram a mesma sorte que eu no contacto directo com muitas das testemunhas vivas deste passado (por vezes tão recente). Compilei o “RETALHOS DE UMA CULTURA” “TCHÁPA-TCHÁPA”.
Pretendo ainda com este trabalho promover o diálogo entre os adultos e os mais jovens, proporcionando-lhes temas de conversa. Foi o que experimentei com os meus filhos e também desenvolveu em mim a capacidade de criar histórias para os mesmos. Ao escrever fi-lo como sei e como o meu nível académico permitiu em português aprendido na Escola Primária e crioulo do dia-a-dia sem demasiadas preocupações gramaticais, concordância, etc.
Peço a vossa compreensão para este facto! Este pretende ser um livro de uma mulher do povo para o povo!!
Quero agradecer de todo o coração ao meu falecido esposo, filhos e amigos que acreditaram e valorizaram estas recolhas e memórias.

Com especial apreço em BEM HAJA à Câmara Municipal de Oeiras na pessoa do Senhor Presidente Dr. Isaltino Morais que tornou possível este sonho…
Agradeço também ao Casino Estoril na pessoa do Dr. Lima de Carvalho e Dr. Edgardo Xavier, ao nosso Embaixador em Portugal, Dr. João Higino.
E o casal amigo Laláchu e Fafá pelo seu parecer e encorajamento!

Autor: Maria Alice Fernandes – DJIBÍLA

Editor: Câmara Municipal de Oeiras – Gabinete de Comunicação
Ano de edição: 2002

(fonte: BMO – Algés; SOS Racismo)

O CORPO E O PÃO


O vestuário e o regime alimentar cabo-verdianos

Dado que a maneira como as pessoas vestem diz muito do que elas são, o traje dá conta da sua cultura e do seu desenvolvimento económico. Daí que a especificidade da sociedade cabo-verdiana e a sua evolução económico-cultural estejam presentes no vestuário comummente usado no arquipélago.

O regime alimentar cabo-verdiano resultou da combinação daquilo que as condições climáticas das ilhas permitiam produzir, com os hábitos das diferentes etnias que tomaram parte no seu povoamento. Porém, à medida que a população foi crescendo e aumentou a desertificação do arquipélago, a escassa produção local mostrou-se insuficiente e houve que recorrer à importação. O contacto com outras culturas vulgarizou diferentes hábitos alimentares e facilitou a adaptação aos novos produtos, ao mesmo tempo que as influências do emigrante torna-viagem e a comunicação social ajudaram a alterar as dietas baseadas numa maior diversidade de alimentos disponíveis.

Autor: João Lopes Filho

Editor: Câmara Municipal de Oeiras
Ano de edição: 1997

(fonte: BMOeiras – Algés; BMLx - Natália Correia)

TENPU DI TENPU


1 168 dibiña tradisional

Volumi I


Tenpu di tenpu e un libru ki ta ferese un konzuntu di 1168 dibiña tradisional na Kauberdi, rodiadu di konsiderasons di sklaresimentu y nkuadramentu, undi finalidadi e sobrutudu kontribui pa divulagason, un forma di torna da povu kusa ki povu da.
Es 1168 dibiña rakojedu, na Kauberdi y na Portugal (entri imigrantis kauberdianu), juntu di informantis natural di diversus konseju y ila di país, na un spasu di tenpu ki ta bai di 1976 ti parti di 1988. Na es rakoja, sta nvolvedu varius kuletor y informanti, dibasu di direson di Dipartamentu de Tradisons Oral di Direson Zeral di Patrimoni Kultural (ántis Direson Zeral de Kultura), regra zeral.
Ántis di mas, e altura di sklarise nomi di es libru ki, posivimenti, tene un o otu interesadu na el ku algun fadiga. Pamodi Tenpu di tenpu? Pamodi es libru ta ferese kusas ki izizi tenpu pa fasedu y tenpu pa konsedu y sirbidu di es, pau n banda y, pa otu banda, pamodi kusas ki es obra ta ferese e frutu di tenpu ki tenba tenpu pa daba spritu kumida y pa fase spritu kiria y dizanvolve, na induvidu y kumunidadi, kultura ki (pa si bes) e fiju y pai di kultura.

Autor: T. V. da Silva

Editor: Instituto Caboverdiano do Livro e do Disco
Colecção: Tradições Orais
Ano de edição: 1992
Patrocínio: Instituto Nacional da Cultura
Financiamento: República Federal de Alemanha

(fonte: Daniel Martinho)

O DIALECTO CRIOULO DE CABO VERDE



Escritores dos Países de Língua Portuguesa 1

Autor: Baltasar Lopes da Silva

Editor: Imprensa Nacional Casa da Moeda
Ano de edição: 1984

CABO VERDE - Contribuição para o estudo do Dialecto Falado


Contribuição para o estudo do dialecto falado no seu arquipélago

Autor: Maria Dulce de Oliveira Almada

Editor: Junta de Investigações do Ultramar
Colecção: "Estudos de Ciências Políticas e Sociais"
Ano de edição: 1961

KONPARASON DI KONBÉRSU



1.280 ditadu y senténsa tradisional


Autor: T.V. da Silva

Editor: Instituto Caboverdiano do Livro
Colecção: Tradições orais
Ano de edição: 1997

ÑA BIBIÑA KABRAL


Bida y Obra

Otor: T.V. da Silva (Tomé Varela da Silva)
Kolaboradoris: Horácio Santos y Alexandre Semedo
Kapa: Konseson di T.V. da Silva
Fotografias: Zeca Couto (kapa) y Manuel Figueiredo (ántis di “Didikatória”)

Idison: Institutu Kauberdianu di Libru
Kuleson: Tradisons oral

CABO VERDE: RETALHOS DO QUOTIDIANO


A presente obra constitui um registo da "sociocultura cabo-verdiana", cujas raízes mergulham na lonjura dos tempos.
Os apontamentos reunidos foram recolhidos em S. Nicolau. Mas uma boa parte destes é extensiva a todo o arquipélago. Encontram-se aqui reunidos segundo uma relação temática:
Ciclo da Vida: o "Guarda-cabeça", o "Casamento" e as "Cerimónias fúnebres".
Sincretismo religioso: "Romaria da vSenhora da Cintinha", "Festejos dos Santos Populares", "Divinas", "Natal, Passagem de Ano e Reis" e "Canto pelas Almas".
Técnicas de transformação: "Fabrico da farinha de mandioca", "Fabrico do mel e do grogue" e "Fabrico do óleo e sabão da purgueira".
Outros usos e costumes: "Matança do porco", "Viradas", "Peixeiras do interior" e "Bela das tartarugas".

Autor: João Lopes Filho

Editor: Editorial Caminho
Ano de edição: 1995
Patrocínio: Associação de Professores e Investigadores de Língua Portuguesa

(fonte: BMLx - Camões)

NA BÓKA NOTI - 1


«NA BÓKA NOTI e un kuletánia di 100 stória rakodjedu na bóka di nos tradisionalistas na un spásu di ténpu ki ta bai di Agostu di 1973 pa Novénbru di 1985. (...)»
«Nes libru di divulgason, ta atxádu stórias kontádu na variántis di Santiágu, Fogu, San Bisenti y Sant`Anton, séndu numbru di kes na variánti di Santiágu di longi más txeu ki di kalker otu».
«Stórias des libru sta grupádu na kuátu kapitu, ki até pode txomádu “siklu ”:“Ómi ku Mudjer”, ”Fitiseriâ”,“Pedru ku Pálu ku Manel” y “Lobu ku Xibinhu” (...)»
«(...) ses distribuison (...) e fetu di siginti manera:51 na kapitu di “ Ómi ku Mudjer”, 12 na di ‘Fetiseriâ’, 14 na di ‘Pedru ku Palu ku Manel’ y 23 na ‘Lobu ku Xibinhu’ (...)»
In « prizentason » di Na Bóka Noti.

Língua Cabo-verdiana

Autor: T. V. da Silva (Tomé Varela da Silva)
Capa: Domingos Luísa

Editor: Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro (IBNL)
Ano de edição: 2004

(fonte: IBNL)